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P: Boa noite, um diagnóstico
de Distimia só é feito por um psiquiatra, pois também me identifiquei com os
sintomas...Gostaria de saber se esses mesmos sintomas podem ser de certo modo,
característicos de personalidade, ou seja sem tratamento (desculpe minha ignorância...)?
Sempre fui mal-humorada, estressada e principalmente pessimista (desde criança)
mas justificava tudo com a falta de amor em família e com o fato do pai ser
irritadíssimo e mãe depressiva, pensava que teria que conviver com isto por
toda vida, mas como esses sintomas têm-se intensificado e me atrapalhado ao
ponto de ser chamada a atenção no trabalho (que estaria sendo grossa
desnecessariamente) e na faculdade recebi advertência verbal por estar
mobilizando colegas contra a faculdade por problemas que poderiam ser resolvidos
com conversa civilizada. Meu noivo tenta sempre me acalmar porque em qualquer
lugar que vamos eu brigo com todo mundo. Só que eu não acho que estou errada,
por exemplo acho um absurdo ficar horas na fila de banco, estou lá para pagar não
pra pedir, só que não aceito calada como toda pessoa normal faz, tudo que foge
à regras, as leis, que seja injustiça, me revoltam, e se eu não falar tudo
que penso, parece que vou infartar de tanta raiva que me sobe, chego a ficar
vermelha.
Preciso muito de ajuda, não agüento mais ser taxada de chata, mal-humorada e
de anti-social, sinto-me mal quando brigo, só que não consigo evitar, vejo
algo errado e sempre me mito. Desde já agradeço as futuras palavras que com
certeza irão me ajudar!
R: Procure um psiquiatra porque
com medicação e psicoterapia tua vida muda para melhor, e muito !!! Aí em
Florianópolis: Dra
Evelyn Cremonese
Após anos e anos, um
psiquiatra concordou com a minha desconfiança: Distimia. Fui uma criança
tímida, isolada. Adolescente melancólica, ansiosa, deprimida, com a primeira
crise aos 18 anos após morte de uma amiga e questões de vestibular. Mãe
depressiva, com Fibromialgia, irmão bipolar e Esquizofrenia leve. Hoje aos 34
anos, me sinto melancólica, com uma preguiça infinita, desanimada para tudo.
Na primeira crise, aos 18, tomei vários antidepressivos e Ansiolíticos, os
quais não recordo. Nas demais crises tomei, Kava-kava, Hypericum, Paroxetina
(mais ou menos 2 anos). Fiz terapia por 3 anos, o que ajudou muito, muito, na
ansiedade. Ano passado foi um ano complicado, casamento, emprego, doenças na
família... Comecei sentir taquicardia, dores no corpo, preguiça infinita,
parecia mais fácil andar pra trás do que pra frente, se deixasse eu ficava no
mesmo lugar por horas e horas, e ao mesmo tempo um bicho-carpinteiro, mas que eu
não dava conta de fazer o que precisava, andava de um lado pro outro e não
fazia nada. Fiz quinhentos exames e nada... o médico me disse ser um estado de
stress agudo, e que eu mantinha o ritmo anterior, de quando dos problemas
citados acima. Daí procurei um novo psiquiatra que concordou com minha
hipótese de Distimia. Devido a questão da libido que zerou por total, ele me
passou Wellbutrin SR, 150 dia, e Lamitor 25 - 2x/dia; não senti nenhum efeito
colateral que incomodasse, mas se fico um dia sem tomar, no final do dia já
sinto uma fraqueza (raramente esqueço), sinto mais efeitos qdo fico sem. Nos 3
primeiros dias dessas medicações, me senti imensamente depressiva, choros...,
depois passou. Já estou no segundo mês de tratamento, não venho sentindo
muita melhora, melhorei um pouco e aí fiquei, tenho percebido altos e baixos no
humor, no ânimo... Meu médico está viajando, li a bula e por conta própria
aumentei o Wellbutrin para 2x/dia desde ontem. Qto aos remédios não tenho
receio em tomá-los, meu receio é que os outros saibam que estou tomando! Eu
pretendia engravidar até o meio desse ano, mas acho q não será possível...
Essa combinação de medicação estaria correta? Devo falar logo com meu
médico ou esperar mais um tempo tomando a medicação? Tem dias q não me
suporto, do nada começo a maltratar as pessoas mais próximas, depois o
arrependimento mata; com estranhos não tenho essa reação. Agora desenvolvi
uma ansiedade qto a gravidez, se devo, se posso, se vou ser boa mãe... se meu
marido vai me suportar por mais um dia. Há dias em que para não se aproximar
de mim, começo a implicar... HELP ME!!!
R: Pode ser uma boa combinação,
se você melhorar. E não ser, se você não melhorar. Quero dizer que não
existe um medicamentos ou uma combinação de medicamentos que seja boa para
todas as pessoas. Esse que você está tomando são bons medicamentos.
Bom dia! Tenho 25 anos e tenho Distimia
desde a adolescência. Estou ha dois anos casada e morando na França e feliz
com meu marido e casamento. Infelizmente, "aqueles" sintomas sempre
aparecem, embora eu já tenha tentado me curar através de remédios, terapias
convencionais e alternativas, etc. Faz dois meses q comecei um novo tratamento,
antidepressivo 35mg Efexor e ansiolítico, não lembro o nome. Faço psicoterapia
tb, mas na primeira consulta a psiquiatra disse pra eu falar do meu passado,
pois ha coisas q não consegui "digerir"; Confesso ha coisas do meu
passado q me fazem mal e algumas vezes saí aliviada da sessões após os
desabafos. A questão é: e o meu futuro? Adoro estar com os amigos e sou
bastante agradável qdo estou em clima de festa ou reuniões com amigos. Mas qdo
penso em enfrentar a dureza e a realidade do mundo do trabalho tenho muito medo.
Tenho muita vontade, mas me sinto incrivelmente incapaz, sobretudo pq o desafio
é em outro pais. os remédios acalmam minha depressão e ansiedade, a terapia
me alivia das dores do passado, mas como aprender a enfrentar o futuro já q
passei metade da minha vida lutando contra a depressão? Quero dizer, não tenho preparação
nenhuma para enfrentar os novos desafios. Isso tudo depois de conseguir um dia
vencer a Distimia.....
Eu estava lento sobre Distimia
e me identifiquei muito com a doença, tenho todos esses sintomas, e me preocupo
muito com isso, e queria saber de alguém se eu tenho ou não a doença.. Eu não
tenho facilidade para fazer amizades, tenho um problema muito estranho, eu estou
em um lugar com amigos e tal rindo alegre feliz de repente do nada me da uma angústia,
tristeza daí eu choro sem controle, sou muito ansiosa quando eu sei que algo
vai acontecer eu nem durmo direito, nem penso direito, sou muito pessimista nada
pra mim vai dar certo tudo só comigo q dá errado, não saio de casa meus pais
quase imploram pra mim sair, mais eu prefiro fica em casa no meu quarto no
computador ouvindo música qualquer coisa menos estar entre pessoas que eu não conheço,
não me sinto à vontade, em questão da beleza é estranho tem dia que
me acho bonita e tem dia que não, isso pra mim é relativo depende do meu dia;
acordo muitas vezes de mau humor e isso não muda o dia todo, mais tem dia que
acordo bem so q durante o dia esse humor muda... tenho enxaquecas insuportáveis
que ate bater a cabeça na parede eu bato, não agüento parece q ela esta sendo
comida por algum bicho, sou uma pessoa muito pensativa so que a maioria dos meus
pensamentos não são nada bons, já pensei em suicídio, penso morte sempre so q
penso muito nos meus pais por isso não cometi algo terrível, sou
perfeccionista, quando tenho algum trabalho de escola prefiro fazer sozinha
porque eu sei que vai ficar bom, quando alguém faz acho que está ruim que
está mal feito só que o trabalho está ótimo mais eu não aceito essa idéia,
eu sou muito crítica digamos assim, eu acho tudo errado, a forma que o país
está, enfim eu critico tudo mais critico dando idéias, opiniões. Sou muito
encucada quando eu enfio uma idéia na cabeça eu só a tiro com a certeza de
que não é aquilo...Bom eu já disse alguns dos sintomas...por favor eu imploro
a vcs que vcs me deem uma resposta sobre isso se eu tenho ou nao a Distimia, se
nao for muito incômodo poderia responder no meu email? me sentiria grata e
seria mais agradável pra mim sei que aqui tem pessoas com o mesmo problema que
o meu mais nao me sentiria bem todos lendo o meu problema se é que vcs me
entende... realmente estou muito preocupada mais nao em relação a mim e sim
aos meus pais...Obrigado...tenho 15 anos..
Faço terapia há 6 anos, por causa
de uma crise de depressão. Quando comecei a fazer terapia, comecei a tomar Efedrina
para emagrecer e malhar mais, já que eu era super contra tomar antidepressivos
por puro preconceito. Depois, parei de tomar Efedrina e comecei a tomar Benzodiazepínicos
e Fenproporex, para emagrecer, pois a depressão engorda.
Na realidade o que eu tenho não é uma depressão profunda, sempre trabalhei e
estudei, sempre me ocupei das atividades ao meu redor. O que eu tenho é Distimia,
pois meu humor tende à melancolia, o que afeta os meus relacionamentos. Quando
não estou melancólica estou agressiva... imagino como isso é difícil para
quem convive comigo, e tento controlar ao máximo os meus impulsos destrutivos,
pois sem meus amigos a vida fica pior.
Fiquei noiva mas preferi não casar pois me senti insegura em relação ao meu
ex-noivo, terminei o relacionamento e parei de tomar a Fluoxetina e o Benzodiazepínico,
resultado: engordei 12 quilos em 8 meses, pedi demissão do meu trabalho pois não
tinha mais paciência para as coisas cotidianas, gastei mais de 8.000,00
comprando bobagens no cartão de crédito, acordava e dormia chorando todos os
dias, tinha dias que eu comia tanto que eu precisava vomitar para poder
dormir.
Resolvi finalmente tomar uma atitude, fui na Psiquiatra e contei toda a minha
história.
Ela me receitou 20mg de Maxapran (Cittá, Cipramil, Citalopram)/dia. Me sinto
bem melhor, mas sobretudo, me sinto acolhida.
Pessoal, vale a pena procurar ajuda, uma vida doente é uma sobrevida!!
Sempre achei que tinha algum problema por me achar muito tímida, mal-humorada, ser séria demais, melancólica, enfim ser meio "baixo-astral" e ao mesmo tempo queria ser o oposto, achava bom ser assim porque de uma certa forma afastava as pessoa, criando uma barreira. Não tive muitas amizades por nunca me envolver, me doar
verdadeiramente, sempre achava que ninguém ia gostar de mim , por isso, sempre fui de ficar na minha. Até na vida profissional tive
dificuldade em realizar alguns projetos: queria ser atriz, jornalista, escritora, mas nunca levei em frente. Cheguei até a começar o curso de
jornalismo, fiz teatro, mas sempre ficava com medo de me expor,. Após ouvir sobre
Distimia me identifiquei, e pesquisei na internet. Mas confesso que não sei como me tratar, acho que por preconceito ou por medo do que as pessoas podem dizer. Tenho 33 anos, estou casada pela segunda vez, após várias tentativas de relacionamentos frustrados. Gostaria de ser mais alegre, mais feliz.
Desde que me entendo por gente, que sinto uma tristeza infinita, acho que nunca fui feliz, a não ser quando meus filhos nasceram, tenho um marido maravilhoso, uma família
que me ama, me apoia em tudo que faço, só que a minha vida está passando e eu não estou vivendo, faço tratamento
psiquiátrico e psicológico há um ano e meio, porém já fiz dois tratamentos antes desde e não fiquei curada porém todos achamos que estava curada, só que quando veio a recaída aí sim foi o maior sofrimento ainda estamos vivendo este drama haja visto que não tenho disposição para fazer nada, fico dias fitando o nada, e é uma tristeza tão infinita que as vezes tenho raiva do mundo e me pergunto o que está faltando, nós os depressivos não somos compreendidos pelas pessoas que estão no nosso dia-dia, por isso eu prefiro não sair de casa vivo presa.
Dr Rubens, estava pesquisando na internet a possibilidade do "mau-humor" ser enquadrada como doença e, por sorte, acabei localizando o seu "site". Quase todos os depoimentos que eu li coincidem com o que eu sinto. Cronologicamente:
Na infância era briguento, chato, poucos amigos, dificuldade de concentração, mau-humor, dificuldade p/ dormir.
Na adolescência e fase adulta continuo com todas os sintomas anteriores acrescidos de
desânimo, sem ânimo pelo meu trabalho, dificuldade de relacionamentos c/ esposa e
filhos (estou presente fisicamente mas não socialmente/afetivamente).
Pq dificuldade ou compromisso financeiro é motivo de raiva ou rancor para com
eles (minha família).
O engraçado é que no meu trabalho procuro ser diplomático, fazer o meu trabalho corretamente, o
contrário do que acontece em casa.
nunca tinha ouvido falar da Distimia. Seria o meu caso?
Gostaria de agradecer por esse site. Tenho sofrido de
Distimia desde minha infância, quadro que pode ser considerado genético por eu ter uma tia que se suicidou e uma
mãe com graves problemas emocionais. Bem, também posso dizer que foi excesso de tristeza, porque fui criada em meio a muito caos e violência. É um grande alívio para mim saber que é uma doença, que
não sou eu, ou minha personalidade. Porque sempre senti como se tivesse outra de mim, sadia e criativa, que em raros momentos toma conta do meu ser. Hoje, tenho 33 anos e
não consegui fazer nada da minha vida. Não terminei nenhuma das três faculdades que comecei, perdi meu casamento e
não tenho amigos. Sinto que estou piorando, estou muito assustada com isso e com a falta de
perspectivas. A dois anos tenho tido ataque de pânico. O problema é que estou no Chile,
não tenho confiança e nem dinheiro para procurar um médico. Além do mais, tenho muita, mas muita resistência aos remédios psiquiátricos. Sinto muitos efeitos colaterais, e
não consigo tomá-loss de maneira correta, porque sou uma pessoa muito desorganizada. Será que
Yoga me ajudaria? Desconfio dos médicos, detesto ser tratada como uma criança... Porque nunca me disseram o diagnóstico? Será que
não descobriram? Porque nunca dizem para que serve e como funciona o remédio que vai nos causar tantas mudanças?
Eu sofro de Distimia desde que
nasci, porém só foi diagnosticado a minha doença depois que eu cortei meus 2
pulsos no dia do meu aniversário, pra melhorar a situação foi afirmado por
profissionais de qualidade que tenho distúrbio de personalidade BORDERLINE,
aumentando ainda mais a minha negatividade em relação as coisas da vida, me
sentia feio, magro, complexado, mas na verdade sou um rapaz até muito bonito,
sempre tive garotas a fim de mim, mas eu nunca estava com energia para namorar
ninguém, eu tinha 15 anos na época. Desde então eu passei a tomar vários
medicamento conjugados como Clonazepan (Rivotril) de 2mg 4 vezes ao dia junto com Citalopram
(Cipramil, Celexa, Procimax) e Venlafaxina (Efexor, Venlift, Venlaxin). Mas não satisfeito com o resultado eu me meti no mundo
das drogas, usei cocaína, maconha, álcool descomunalmente pois além de tudo
minha família é extremamente compulsiva e eu sofria também de bulimia e
anorexia. Eu tinha tanta vergonha de falar disso porque achava que bulimia era
doença de mulher e não de homem, mas tudo isso junto estava me matando, isso
durou dos 16 aos 19. Com vinte anos cometi a maior das minhas insanidade,
passei a tomar Anfepramona junto com Fenproporex na dosagem de 20 cápsulas de
cada por dia cinco tomadas de 5 comprimidos de cada medicamento durante 8 meses, e depois para dormir 8 a 10 comprimidos de codeína com um vidro de
xarope também de codeína mas 100 gotas de Clonazepan para conseguir dormir m,
não pra menos que eu tive vários surtos psicóticos e sendo uma pessoa
agressiva me tornei perigoso. Com o medo que senti de ficar maluco e perder a
minha capacidade intelectual, e sob pressão de ser escorraçado de minha casa
voltei ao meu antigo Psiquiatra e Graças a Deus hoje com 21 anos estou me
recuperando sem drogas pois a drogadição NUNCA TEM CURA, eu estou tomando Neuleptil
10 gotas a noite e Citalopram (Cipramil, Celexa, Procimax) 20mg ao dia e posso afirmar para vocês
que estou ótimo, não vomito mais, estou forte saudável e minha inteligência
voltou, tive muita sorte. Meu médico disse que eu tenho uma condição chamada
“schizofrenic like”, ou seja eu vejo, escuto, tenho paranóia igual a um psicótico
com direito a Agorafobia e tudo, porém o que me separa do
esquizofrênico em si é que eu tenho certeza que aquilo que ouso, vejo e
sinto é irreal, mas o medo é igual posso garantir. Enfim queria deixar a mensagem
de que é possível tratamento com o profissional especializado e
principalmente A MEDICAÇÃO CERTA eu tentei várias antes de me adequar, tentei
HALOPERIDOL (Haldol), ALPRAZOLAM (Frontal, Apraz, REBOXETINA (Ixel), EFEXOR
(Venlafaxina), SOCIAN, DIAZEPAM (Valium), BROMAZEPAM (Lexotan), CLORDIAZEPÓXIDO
(Psicosedin, Librium), NEOZINE, AMPLICTIL, MIRTAZAPINA (Remeron Soltabs), mas nada
adiantou até eu tomar o CITALOPRAM que é o que me faz mas bem. Para terminar: PSIQUIATRIA
NÃO É PARA MALUCO NÃO, É PARA GENTE QUE SOFRE OU SOFRIA COMO EU,
NÃO TENHA VERGONHA TODOS NÓS TEMOS DIREITO DE SER FELIZ! :)
Há cerca de 1 ano e meio
atrás, comecei ame sentir muito diferente . Brigava com todos em casa e
especialmente com as crianças e meu marido. Era muito grossa com os outros e
ficava muitas vezes sensibilizada por nada. Achava realmente que tinha que me
sentir feliz pois tinha e tenho uma vida legal. É bem verdade que em alguns
momentos eu conseguia manter o bom humor, mas de repente meu comportamento
mudava, eu ficava hora agressiva, hora triste demais sem motivos. Sem fome,
emagreci oito quilos. Até que em junho de 2000, pedi um help a uma grande amiga
e ela me indicou um médico maravilhoso, então, comecei a tomar medicação. O
engraçado de tudo, é que eu melhorei rapidamente, mas depois tive uma recaída
e logo em seguida eu parecia estar descontrolada. As vezes ficava muito alegre e
outras totalmente triste. No trabalho era péssimo. Em casa era péssimo. tudo
começou a se intensificar (tais sintomas) na minha vida quando a empresa onde
trabalho passou por processo de fusão que me deixou muito tensa. No período
menstrual, piorava tudo e brigava até no supermercado e no metrô, era um
horror !!!! Após algum tempo com a medicação mais simplificada fiquei bem e
hoje pareço estar bem, mas sinto que ainda não estou 100% , mas não se
compara em nada com o que vivi em um passado próximo.
Meu médico não me proibiu de
fazer uso de bebidas alcoólicas, apenas me advertiu que o seu efeito iria se
potencializar. Noto que quando bebo, fico um tanto descontrolada e nos dias
seguintes fico triste e achando que fiz um montão de coisa errada e que cometi
muitos excessos. É uma sensação muito ruim. Bem, espero que isso tenha um
fim e possa voltar a levar uma vida normal porque não me agrada nem um pouco
continuar a tomar remédios sem previsão de parar.
Muito obrigada pelo espaço e
espero ter contribuído no esclarecimento dos internautas.
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