Não aguento mais esse sentimento de inferioridade, quero ser feliz.

Psicoterapia em São Paulo

Pergunta 1:

Olá, tenho 30 anos, casada há 6 anos com um homem 18 anos mais velho que eu que é separado há 19 anos e tem duas filhas de 22 e 20 anos.

Sou ciumenta, pessimista, ansiosa, acho que ele é mais bonito e melhor que eu em tudo.

Preciso de ajuda de um profissional.

Quero mudar isso em mim.

Preciso mudar, não aguento mais esse sentimento de inferioridade, quero ser feliz, mesmo a filha mais nova dele me odiando.

Porque é importante para mim que ela me aceite?

Resposta:

Essa pergunta, porque é importante que ela te aceite, tem uma resposta óbvia: porque você quer uma família harmônica.

Só que saber isso não resolve nada.

O problema é maior, é a tua auto estima que deveria melhorar.

E tua auto estima pode melhorar muito com uma psicoterapia.

Com isso provavelmente a maioria desses problemas vai se resolver e você vai ter uma vida pessoal e familiar melhor.

Psicóloga Ivonete Garcia.

 

Pergunta 2:

Tenho 31 anos, passei por vários traumas. Meu pai me desprezava e fazia questão que eu soubesse disso.

Ele dava toda a atenção para um primo que morava conosco, eu ficava em último plano.

Hoje ele é falecido, sou casado, tenho um filho. Tenho muitos problemas, como: Depressão muito forte, nenhuma autoestima, não sonho com o futuro, acho que só estou vivo porque tem gente que precisa de mim, senão já tinha metido uma bala na minha cabeça.

Não vejo sentido na vida, não me sinto gente, sou formado com muito sacrifício, tenho muita dificuldade de aprendizado, trabalho, parece que me boicoto todas as vezes que tenho uma ideia para melhorar de vida.

Sinto como se não conseguisse andar, incapaz. Sou muito inseguro. Sempre penso que não fiz o bastante, e quando erro me vem a Depressão. O que pode ser?

Me ajude, pelo menos com o que devo fazer, já fiz tratamento com a Psicóloga, não ajudou.

Resposta:

Eu consultaria um psiquiatra para ver se sua Depressão não é clínica, ou seja, se ela não precisa ser tratada com remédios.

E também tentaria outro Terapeuta.

Existem remédios e remédios, médicos e médicos e Psicólogos e Psicólogos, como em todas as áreas da humanidade. A primeira psicóloga não te ajudou, não quer dizer que outra não possa ajudar.

 

Pergunta 3:

Desde que me lembro vou da calma ao nervosismo num minuto. As discussões com pessoas próximas nunca acabava bem: ou eu jogava água na pessoa, ou em quebrava algum objeto, sempre aos berros. Depois me culpava muito, ficava remoendo ódio.

Depois de adulta esse quadro continuou, ficou incontrolável, o que prejudica muito minha vida de uma forma geral porque brigo, depois me arrependo e duvido da minha razão.

Há um ano comecei a ter pensamentos suicidas muito graves (depois da morte da avó que me criou, mudança de emprego, tive que sair da casa da minha avó para morar sozinha, fim de relacionamento) e como já estava morando sozinha fiquei realmente com medo de me matar e procurei um médico que me receitou Paroxetina.

Minha vida mudou completamente, saí da Depressão, porém conforme sugestão do médico comecei a diminuir o remédio até parar.

Os sintomas da Depressão voltaram, recomecei a Paroxetina, melhorei e começamos a diminuir a dose novamente até parar.

A Depressão foi embora, porém os outros sintomas que tinha voltaram a me prejudicar: ódio incontido, remoendo raiva, culpa, vontade de me afastar do mundo e falta de esperança nas coisas. Às vezes sou uma pessoa normal, mas a qualquer momento viro uma bruxa. O que está acontecendo? Tenho 28 anos.

Resposta:

Mesmo que você tenha melhorado com Paroxetina, é difícil dizer que esse seu temperamento seja apenas decorrente de uma Depressão.

Sugestão:

1) Não fique começando e parando o Antidepressivo porque ele pode perder o efeito.

2) Converse com teu Psiquiatra sobre a necessidade de um Estabilizador de Humor.

3) Procure também um psicoterapeuta, acho que uma Psicoterapia seria muito boa para melhorar tua qualidade de vida.

 

Pergunta 4:

Coloco meu namorado primeiro lugar na minha vida, a ponto de com qualquer briga eu perder o chão, chorar muito e não ter ânimo para nada!

Depois das duas últimas brigas ele passou um tempo sem falar comigo. Tentei suicídio, tomando vários remédios de tarja preta mais o Fenproporex, que é para perda de peso.

Tive convulsões, fui parar no hospital. Quando estou com ele tudo é paz, mas quando brigamos, os pensamentos de suicídio voltam.

Ele está muito assustado, disse que se eu não parar com isso ele acaba comigo, mas toda vez que brigamos vem os pensamentos de suicídio.

Já tentei me enforcar com um lençol, além de sentir um ciúme absurdo por ele, a ponto de achar que todas as mulheres são ameaças. Isso está acabando comigo

Resposta:

Procure um psicoterapeuta, ele deve te ajudar bastante, pois você não pode viver sempre com essa angústia de separação. As pessoas normalmente não gostam de se relacionar com outras pessoas que parece que não têm vida própria. Qualquer briga, separação discussão é motivo para uma tentativa de suicídio?

 

Pergunta 4:

Bem eu não me sei explicar muito bem, quando tenho que falar de mim bloqueio. Sinto muito depressiva já desde muito nova.

Quando estava na face de crescimento tinha sempre muitos problemas em casa. Sempre me fechei e nunca desabafei com ninguém. Até que um dia que saí de casa e vim morar na Holanda.

Passei por discriminação e não me deixei abater, apesar de algumas vezes ter as minhas recaídas e chorar durante uma semana.

Agora penso que tenho tudo para ser feliz e não sou… Penso que nunca fui! Tenho os meus sonhos e não tenho força para concretizar nenhum deles. Discuto por coisas pequenas que para mim são bastante significantes.

Ando a pensar em coisas que não devia. Não sei o que fazer, quero desaparecer e nunca mais ninguém me ver.

Resposta:

Mesmo que você possa melhorar com uma Psicoterapia, dê uma lida na página de Distimia, talvez você também precise de um medicamento.

 

Pergunta 5:

Gostaria de comentar o que eu realmente não entendo e procuro entender; tenho 16 anos, classe média, levo uma vida normal. Tudo começou quando meu pai sofreu um acidente e teve que amputar um braço. Meu emocional se abalou muito.

Trabalho num local onde convivo com todos os tipos de pessoas, inclusive com adolescentes de minha idade e a maioria deles usam algum tipo de droga.

Isso para mim nunca foi importante, odeio drogas, tenho um irmão viciado que tem problema de esquizofrenia causada por drogas.

Essas pessoas começaram a me ameaçar e querer que eu acabe com meu namorado.

Entrei em crise, comecei a sentir várias dores no peito. E meu emocional que já não estava muito bem piorou muito. Tenho problemas em confiar nas pessoas. Não consigo confiar em ninguém, tenho medo de me decepcionar com as pessoas, e isso faz com que me sinta muito triste.

Eu só queria ser feliz, mas isso parece ser impossível.

Resposta:

Procure um psicoterapeuta de linha mais analítica. Certamente com a ajuda dele você pode se livrar dessas vivências ruins e viver mais feliz. Você é jovem e tem toda a vida pela frente.