Mental Help:Psiquiatria,Neuropsiquiatria. Psychiatry
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Dr Rubens Pitliuk

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Doença psiquiátrica ou neurológica de criança

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Respondidas por Dr Rubens PitliukDra Susan MondoniDr. Raymond RosenbergDr. Abram Topcewsky

O Transtorno Desafiador de Oposição é um conjunto de características que determinadas crianças apresentam e que podem se manifestar numa idade bastante precoce (como o seu sobrinho, por exemplo), onde as mesmas passam a não aceitarem regras, hierarquias "de poder", sendo sempre contestadoras e desafiadoras. Comumente colocam-se sempre em oposição ao que lhes é colocado, mesmo que não de maneira impositiva e acabam deixando os adultos e até mesmo outras crianças que convivem com ela, extremamente irritados, o que faz com que acabem apanhando muito. Mas a violência aqui terá um papel contrário: ao invés de deixar a criança mais boazinha, a deixará cada vez mais desafiante e opositora, podendo se tornar agressiva ou mesmo começar a apresentar comportamentos delinqüenciais quando maiores. Há necessidade de se criar uma estratégia para lidar com eles, pra não cair nesta "armadilha" de violência gerando violência. Um psicoterapeuta pode ajudar nestes casos. Dra. Susan Mondoni.

 

 

 

 

Tenho uma filha de 7 anos que sempre foi muito agressiva e agitada, ela fez o teste o ano passado para Hiperatividade e não apresentou nada. O que me preocupa agora é que quando ela tem um machucadinho ela coça ate ficar ferida e agora tem varias nos braços e perna.Quando falo com ela sinto no olhar que ela esta com muito ódio. Ela esta ficando cada vez mais agressiva e agora fala que quer se matar, que não queria existir e que odeia todo mundo. Quando ela não esta "atacada" ela e muito dócil e extremamente inteligente. O que devo fazer e como devo agir ? Em caso de buscar ajuda quem devo procurar? Agradeço imensamente pela resposta, pois não tenho conseguido dormir por dias tentando resolver o problema dela, mas e difícil sem saber o que pode ser e por onde começar....

A sua filha necessita ser avaliada para que se faça um diagnóstico diferencial entre Depressão Infantil (que poucos profissionais conhecem nesta faixa de idade) Distúrbio de Atenção e Disritmia. Não conheço um Psiquiatra Infantil na região de Campinas que pudesse lhe assistir neste sentido. Se desejar que a avaliemos, nosso telefone é 011 38846774. Seguindo o ditado popular que "é de pequeno que se torce o pepino" seria recomendável intervir o mais cedo possível. Dr. Raymond Rosenberg

Tenho o problema do TOC e na minha gravidez continuei com o tratamento e minha filha de 2 anos está arrancando os cabelos e comendo.Pode ser tricotilomania?

A tricotilomania, ingestão de cabelos, é de fato um problema de crianças embora alguns adultos também possam ser acometidos. O fato de ter ingerido medicação durante a gravidez não foi documentado como sendo fator causador. Dr. Raymond Rosenberg

Tenho uma filha de 7 anos que desde bem pequena tem comportamento estranho,tinha que repetir as situações sempre e fazia com que toda a família repetisse posições, palavras, cenas. Queria sempre voltar no tempo mesmo nas coisas que não eram possíveis, e ficava histérica quando naum podia voltar e fazer tudo de novo por ela é muito inteligente, se relaciona bem na escola,mas ainda tem certas manias, medos, nunca procurei um psicólogo antes será que deveria? isso pode passar ou se agravar com o tempo?

O quadro que descreve é severo e "se não tratado logo e de forma adequada" irá se agravar e perpetuar tornando a vida da criança e de seus familiares cada vez mais tormentosa. Procure logo um profissional habilitado na sua região. Dr. Raymond Rosenberg

Tenho uma filha, hoje com 11 anos e desde 1998 sofre de TOC, segundo diagnóstico de sua psicóloga. Tudo começou com o falecimento de minha mãe, em setembro/97, morte trágica por acidente. Minha filha então com 6 anos, passou a ter muito medo de escuro e ter dificuldades para dormir. Não conseguia desgrudar de sua mãe. Queda de energia à noite era uma gritaria. Nesse período engordou muito. Gostaria de saber se esses sintomas são mesmo do TOC; se o período de tratamento depende de cada paciente ou se tem um tempo X; se existe cura total; A psicóloga começou o tratamento com duas sessões semanais e antidepressivos. Hoje administra uma sessão por mês.

Um evento traumático pode desencadear um quadro de TOC. Porém o que descreveu na sua comunicação breve é um quadro de PÂNICO que necessita de um tratamento terapêutico/medicamentoso vigoroso para que uma criança "quase adolescente" possa se desenvolver e enfrentar as tarefas de seu desenvolvimento. Mantenha o tratamento intensivo e se não tiver resultados satisfatórios em breve PROCURE UMA SEGUNDA AVALIAÇÃO CLÍNICA. Dr. Raymond Rosenberg

Tenho uma filha de 02 anos, e tem medo de tudo, ela entra em desespero quando acorda e não vê ninguém por perto. Se ouvir o som de bombinhas por exemplo, só falta entrar dentro de mim novamente, eu não sei como agir, converso muito com ela dizendo que não precisa ter medo, pois o papai e a mamãe vai protegê-la, e explico o porque dos barulhos, ai sim ela se acalma, mas fica no colo até o barulho passar. Isto é normal? como devo agir neste caso

Uma criança de 2 anos de idade reage intensamente a estímulos intensos. Sugiro que use um tom de voz muito calmo e a abrace de forma delicada quando ela demonstrar pavor. Ela responderá mais ao seu tom de voz do que ao significado vernacular de seu discurso, mesmo porque o vocabulário dela ainda está em formação. O embalar irá ajudar muito a tranqüilizar a sua filha. Dr. Raymond Rosenberg

Por favor gostaria de informações sobre Disritmia cerebral. Minha sobrinha de 15 anos passou por sérios problemas que foram diagnosticados como Disritmia. Ela desmaiava, travava os dentes, enrolava a língua, se cortava, é super agressiva, mentirosa e sedutora. O médico (psiquiatra) disse que esses sintomas são todos fingidos por ela. Na verdade ele foi muito agressivo com ela e eu gostaria de saber se continuo com o psiquiatra ou passo para um Neurologista. Um dos medicamentos que ele passou foi o Rivotril (duas vezes ao dia) o outro não me lembro no momento mas é de 200mg. Ficaria muito grata se obtivesse uma resposta porque já mandei outros e-mails para outros sites e eles não me responderam.

O quadro apresentado pode ter alterações neurológicas, bem como alterações emocionais. Interessante será saber-se o resultado do EEG e se eventualmente foi feita uma Tomografia do crânio. A troca se profissional se justifica caso não haja uma interação satisfatória entre o médico e o paciente; essa opção é do paciente e/ou familiares. Às ordens Abram Topczewski 011 3747 3303

Minha filha tem 11 anos de idade e já fez psicoterapia durante aproximadamente um ano, por recomendação da escola dela. A coordenação escolar acreditava que ela tinha algum problema de timidez excessiva ou algo assim, embora fosse extremamente inteligente...Levei-a a Psicóloga, com quem ela se tratou durante um tempo e conclui que ela sofria de ansiedade de separação. Esse problema melhorou bastante. Porém agora ela intensificou demais (já tinha antes) o medo (fobia) de animais, principalmente cachorros (mesmo que passeando com os donos e com coleiras), borboletas, mosquitinhos, etc, a ponto dela ficar desesperada só de pensar que vai se encontrar numa situação em que possa ter que "enfrentar" um bichinho. Por conta disso, não tem amiguinhas, não quer ir a lugar nenhum, andar de patins ou qualquer atividade ao ar livre. Ela tem me pedido para levá-la a um psiquiatra também,pois ela não quer mais ir à psicóloga porque me garantiu que esta não pode ajudá-la. Ela é um pouco tímida, mas quer ter amigas, sair, mas tem medo de ter uma dessas crises de pânico e que as amigas se afastem dela por causa disso. Não sei o que devo fazer. Que tipo de tratamento poderá ajudá-la? (Obs: o pai dela tem transtorno bipolar e tenho casos de depressão na minha família...)

 O quadro que descreve responderia muito bem aos antidepressivos clássicos (chamados de tricíclicos). Acredito que encontrará profissionais habilitados e experientes no Rio de Janeiro para medicá-la. Se tiver mais algum problema, não hesite em nos chamar no 011 3082-2088 Dr. Raymond Rosenberg

P: Olá, Dr. Tenho uma sobrinha que está em tratamento psiquiátrico. O pai, meu irmão, é psicótico e bipolar. Inicialmente, ela foi dignosticada com TDAH sendo estabelecido tratamento para tal. Porém, sem surtir o efeito desejado. Outro psiquiatra diagnosticou que a mesma está apresentando episódios psicóticos. Estabeleceu o uso de Zyprexa 2,5 mg. Procurei o uso deste em crianças, porém sem êxito, havendo ainda a ressalva de não usá-lo em crianças. Tal conduta é possível? Desde já, Grato.

R: Muitas das medicações utilizadas em crianças apresentam comprovações científicas de sua eficácia através de estudos clínicos, mas não necessariamente estão autorizadas para este fim. Somente o médico que a acompanha poderá lhe esclarecer sobre a indicação do Zyprexa para o quadro dela e quais os riscos e benefícios. Atenciosamente, Dra. Susan Mondoni.

... 7 anos foi diagnosticada como Autista de bom nível funcional, verbaliza desde os 2 anos de idade, mas estamos notando que é muito Hiperativa o que segundo especialistas, faz com que não consiga desenvolver todo o seu potencial, toma Carbamazepina e Imipramina, recentemente me indicaram o uso da Piridoxina, gostaria de saber mais sobre a terapia da megavitamina .

A hiperatividade de um indivíduo com Autismo costuma responder à Vitamina B6 (Piridoxina) conforme a Literatura internacional. Não há pesquisa específica,que eu tenha lido nos últimos 5 anos, que fale de MEGAVITAMINAS. Os relatos se originam de San Diego sem controle ou comprovação científica. O produto comercial propagado é o NUTERA e eu não recomendaria.. Dr. Raymond Rosenberg 

Tenho uma filha de 7 anos que há 1 ano toma Carbolitium. Gostaríamos de saber qual a causa do aumento e a diminuição do Lítio. Ela faz tratamento com um Neurologista.

Os sais de Lítio são usados em crianças que tenham um nível de agressividade aumentado. O Lítio não existe naturalmente nos seres humanos. Devemos ter cautela na população infantil com a função da Tireóide pois o Lítio compete com o Iodo nesta glândula. Dr. Raymond Rosenberg 

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