Sexo, Disfunção Sexual

Sexo, Disfunção Sexual

As disfunções sexuais (queda de libido e disfunção erétil) normalmente são auto limitadas ao uso. Muitas vezes o uso de cocaína pode levar a quadros depressivos que também pode afetar a sexualidade. Abstinência completa e duradoura e tratamento de eventuais complicações poderão reverter esse quadro. Psiquiatra Dr. Danilo Borelli.

As estórias de abuso sexual sempre trazem consequências emocionais angustiantes, que pode ser a causa da prática de sexo relatada.
Atualmente os autores fazem distinção entre transtorno obsessivo compulsivo por sexo e vício sexual. É considerado um transtorno (TOC), quando está relacionado a uma atividade desagradável, mas a pessoa não consegue resistir e, o desejo elevado prejudica as atividades diárias e relacionamentos afetivos. No vício, a pessoa também não consegue conter o impulso, mas a atividade é sentida como prazerosa, como é o caso da adição por drogas.
O desejo sexual aumentado na mulher, com a prática sexual é chamado de ninfomania e no homem, satiríase. Em ambos os sexos, a prática, não consegue satisfazer todos os desejos sexuais da pessoa e por isso sente necessidade de ter vários atos. Psicodinamicamente falando, é provável que o desejo de afeto, medo de relacionamento, esteja muito acima do desejo de sexo.
Em qualquer uma das situações descritas, é importante o acompanhamento psicológico. É também muito importante, a elaboração emocional, com ajuda de um terapeuta, desse abuso, para que você possa ter uma vida sexual e afetiva saudável.
Procure ajuda o mais rápido que puder e boa sorte nos seus relacionamentos verdadeiros! Psicóloga Ivonete Garcia

Uma coisa é desinibição sexual, outra coisa é procurar irmãos e sobrinhos. Existem muitas causas para mudanças drásticas na sexualidade, por exemplo, doenças neurológicas, fases maníacas ou hipomaníacas do Transtorno Bipolar, efeitos de medicamentos estimulantes ou mesmo anabolizantes, drogas, e até mesmo psicológicas. Claro que o marido e pai de três filhos quer saber o que está acontecendo. O problema é que você provavelmente não consegue convencê-la a fazer uma avaliação neurológica e psiquiátrica. Obrigá-la a isso, com remoção e internação não é possível sem ordem judicial, acredito eu. Não sou psiquiatra forense, mas acho (não tenho certeza!) que o caminho é um advogado expor o problema a um juiz que pode pedir a intervenção de um psiquiatra perito de confiança dele.